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Daniel 8: Visão de um carneiro e de um bode

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Daniel 8: Visão de um carneiro e de um bode

Em sua visão, Daniel contemplou um carneiro (Daniel 8.3) que estava diante do rio e tinha dois chifres, um maior que o outro, sendo que o mais alto subiu por último. Veja o texto:

“E levantei os meus olhos, e vi, e eis que um carneiro estava diante do rio, o qual tinha dois chifres… os dois chifres eram altos, mas um era mais alto do que o outro; e o mais alto subiu por último”.

A simbologia profética aqui apresentada é a mesma do capítulo 2, onde os braços da estátua vista por Nabucodonosor representam Dario e Ciro.

Eles, ali, são representados, respectivamente, pelo peito e braços da imagem, enquanto, no presente texto, pelo carneiro audaz.

Fazia conforme a sua vontade e se engrandecia (Daniel 8.4)

carneiro dava marradas para o Ocidente, para o Norte, para o Sul, e nenhum dos animais lhe podiam resistir, nem
havia quem pudesse livrar-se do seu poder.

Veja o texto:

“Vi que o carneiro dava marradas para o ocidente, e para o norte e para o sul; e nenhum dos animais lhe podia resistir; nem havia quem pudesse livrar-se da sua mão; e ele fazia conforme a sua vontade, e se engrandecia“.

Era, portanto, um carneiro audacioso e valente.

Estas marradas (emprego de violência) simbolizam as guerras dos persas.

A ponta mais alta chamou a atenção do profeta, porque subiu por último.

Ela representa Ciro, o monarca da Pérsia, que, em 539 a.C.

Ele conquista o trono da Babilônia e inverte a política de deportação adotada tanto pelo império assírio como pelo babilônico, permitindo que os judeus retornassem à Palestina para reconstruir o templo.

Suas conquistas foram mais ilustres e poderosas do que as de Dario, demonstrando porque o chifre que surgiu depois chamou a atenção do profeta.

O templo fora destruído quatrocentos e setenta (467) anos, seis meses e dez dias, desde a sua construção.

Mil seiscentos e dois (1602 anos, seis meses e dez dias, desde a saída do Egito.

Mil novecentos e cinquenta (1950 anos) anos, seis meses e dez dias, desde o dilúvio.

O que Ciro fez?

Esse soberano, ao ler nas profecias de Isaías 44.28, escrita duzentos e dez (210) anos antes do seu nascimento e cento e quarenta (140) antes da destruição do templo, entendeu que Deus o constituiria rei sobre várias nações e inspirar-lhe-ia a resolução de fazer o povo voltar a Jerusalém para reconstruir a Casa de Deus.

Essa profecia causou-lhe tamanha admiração que, desejando realizá-la, ele mesmo mandou reunir na Babilônia os principais dos judeus e disse que lhes permitia voltar ao seu país e reconstruir a Casa do Senhor, Deus de Israel (Esdras 1.1-5).

Assim, cumprida a profecia de Jeremias do tempo do exílio (Jeremias 25.11), e no primeiro ano do reinado, Ciro, rei dos persas, passa pregão em todo o seu reino permitindo aos judeus que retornem à sua pátria.

O que os Judeus fizeram?

Os chefes das tribos de Judá e Benjamin, juntamente com sacerdotes e levitas, e muitos outros, se dirigiram imediatamente a Jerusalém para esta grandiosa tarefa (Esdras 2.1-70), contando com as profecias de Ageu e Zacarias.

Após a chegada a Jerusalém, todos os esforços se concentraram na construção do Santuário.

Cerca de dois anos depois, o povo conseguiu lançar os fundamentos do templo (Esdras 3.8).

A emoção foi tamanha que os mais velhos e mais antigos do povo, que tinham visto a magnificência e a riqueza do primeiro templo, ficaram tão sentidos e aflitos de profunda dor que não puderam reter as lágrimas e os soluços.

O povo, em geral, porém, a quem somente o presente pode impressionar, estava tão contente que as queixas de uns e os gritos de júbilos de outros impediam que se ouvisse o som das trombetas (Esdras 3.12).

Relatos do Historiador Flávio Josefo:

“Essa notícia chegou até Samaria e os habitantes dessa cidade vieram indagar o que se passava. Tendo sabido que os judeus, voltando do cativeiro de Babilônia, haviam reconstruído seu templo”.

Os opositores

Depois de uma tentativa malograda de se reunirem com os judeus na restauração do santuário, os samaritanos se opuseram à obra iniciada.

A oposição deles chegou a ponto de denunciarem a Ciro e, posteriormente, a Cambises (Artaxerxes) a disposição dos judeus, que foram proibidos, por Artaxerxes, de levar adiante a reconstrução da Casa do Senhor.

Assim, o trabalho ficou interrompido durante nove anos, e até o segundo reinado de Dario, rei da Pérsia.

Cambises reinou só seis anos e morreu em Damasco.

Os magos, depois de sua morte, governaram o reino, durante um ano, com poder absoluto, mas os chefes das principais famílias da Pérsia os depuseram e elegeram rei Dario, filho de Histaspe (521-486 a.C.).

O que fez Zorobabel?

Conta-nos este mesmo historiador que Zorobabel, príncipe dos judeus, era estreitamente ligado a Dario por afeição e confiança, entregando a Dario, e a dois outros dos principais, a direção de sua casa e tudo o que mais de perto se referia à sua pessoa.

Zorobabel obteve desse soberano a autorização para dar continuidade às obras que estavam paradas.

O templo foi terminado no fim de sete anos, no sexto ano do reinado de Dario e no dia terceiro do mês de Adar (Esdras 6.15).

Eis que um bode vinha do ocidente (Daniel 8.5)

“Estando eu observando, eis que um bode vinha do ocidente sobre toda a terra, mas sem tocar no chão; este bode tinha um chifre notável entre os olhos”.

O bode que vinha do Ocidente (Grécia) é Alexandre, o Grande.

Voando, não tocava o chão, tal era a velocidade com que vinha.

Atirou-se contra o carneiro (Pérsia), enfurecido contra ele, feriu-o e quebrou-lhe os dois chifres, pois não havia força no carneiro para lhe resistir.

O bode o lançou por terra, o pisou aos pés, e não houve quem pudesse livrar o carneiro do poder dele (Daniel 8.7)

“E vi-o chegar perto do carneiro, enfurecido contra ele, e ferindo-o quebrou-lhe os dois chifres, pois não havia força no carneiro para lhe resistir, e o bode o lançou por terra, e o pisou aos pés; não houve quem pudesse livrar o carneiro da sua mão”.

As conquistas desse bode (Alexandre) foram fulminantes e não havia exércitos que lhe pudessem resistir.

Os amantes da história antiga podem confirmar a descrição de Daniel.

Alexandre foi discípulo do grande filósofo Aristóteles, de quem recebeu não apenas instrução filosófica, mas também estratégias de guerra.

Flávio Josefo, historiador judeu do século 1° d.C., registrou a vinda desse grande monarca à cidade santa, dizendo:

“Quando este ilustre conquistador tomou esta última cidade, ele, vendo-se, avançou para Jerusalém e o grão-sacrificador Jado, que bem conhecia a sua cólera contra ele.

Vendo-se com todo o povo em tão grave perigo, recorreu a Deus, ordenou orações públicas para implorar o seu auxílio e ofereceu-lhe sacrifícios...

O soberano pontífice mostrou-lhe, em seguida, o livro de Daniel, onde estava escrito que um príncipe grego destruiria o império dos persas e disse-lhe que não duvidava de que era ele, a quem a profecia fazia menção. Alexandre ficou muito contente”.

E o bode se engrandeceu em grande maneira (Daniel 8.8)

“E o bode se engrandeceu em grande maneira; mas, estando na sua maior força, aquela grande ponta foi quebrada; e subiram no seu lugar quatro também notáveis, para os quatro ventos do céu”(v.8).

Alexandre, o Grande se engrandeceu, mas o chifre grande quebrou-se, ou seja, expirou depois de ter vencido os persas e tratado Jerusalém do modo como relatamos; saindo em seu lugar quatro chifres menores, dez anos depois deste evento.

As quatro pontas do texto em foco compreendem, também, as quatro “asas” que o “leopardo” trazia em suas costas (Daniel 7.6).

Seu Estado Maior era composto de quatro generais, que, na visão, são representados pelas quatro pontas pequenas.

Já não existindo o general, todos queriam tomar o seu lugar, mas nenhum tinha poderio militar para isso.

Depois de muitas lutas, decidiram dividir em quatro partes o império conquistado por Alexandre.

A saber: Macedônia, Trácia, Síria e Egito, cabendo cada uma a um general.

  • Ptolomeu teve o Egito;
  • Seleuco, a Síria;
  • Antípater, a Macedônia;
  • E Filétero, a Àsia Menor.

Desses quatro, os que mais diretamente interessam à história dos israelitas são os que se dirigiram para o Egito, Ptolomeu e para a Síria, Seleuco.

Os selêucidas em cena (Daniel 8. 15-27)

De um dos quatro chifres saiu um notável, que era pequeno, mas tornou-se grande em poder.

O pequeno chifre que saiu de uma das pontas, de Seleuco, representa, em seu primeiro estágio, Antíoco Epifânio, monarca selêucida, do ramo sírio do império grego, o qual fez um esforço extremo para extinguir a religião judaica.

Veja o que o historiador Flávio Josefo escreve dele:

“Ele veio com seu exército a Jerusalém, cento e quarenta e três anos desde que Seleuco e seus sucessores reinavam na Síria.

Tomou os vasos consagrados a Deus, os candelabros de ouro, a mesa da proposição e os turíbulos. Levou mesmo as tapeçarias de escarlate e de linho fino, pilhou os tesouros, que tinham ficado escondidos por muito tempo; afinal, nada lá deixou.

E, para cúmulo de maldade, proibiu os judeus de oferecer a Deus os sacrifícios…

Depois de assim ter saqueado toda a cidade, mandou matar uma parte dos habitantes e fez levar dez mil escravos com suas mulheres e filhos.

Mandou queimar os mais belos edifícios, destruiu as muralhas, construiu na cidade baixa uma fortaleza com grandes torres…

Mandou também construir um altar no templo e lá fez sacrificar porcos, o que era uma das coisas mais contrárias à nossa religião.

Obrigou, então, os judeus a renunciarem o culto do verdadeiro Deus e passassem a adorar os ídolos.

Ordenou que se lhes construíssem templos em todas as cidades e determinou que não se passasse um dia que lá não se imolasse porcos.

Proibiu, também, aos judeus, sob penas graves, que circuncidassem seus filhos e nomeou fiscais para vigiarem se eles observavam suas determinações…

Mandava queimar todos os livros das Sagradas Escrituras…”

Esse monarca destituiu o sumo sacerdote, proibiu o sacrifício diário no templo e, sobre o altar de Yahweh, erigiu um altar a Zeus.

Como se não bastasse, vendeu milhares de famílias judias como escravas.

Os Macabeus

Foram tais atrocidades dos Antíocos, que os judeus se revoltaram, e uma família, a dos asmonianos, se refugiou nas montanhas e desafiou o poder dos selêucidas.

Dessa família, nasceu o movimento apelidado de “macabeu”, em que a família asmoniana enfrentou o poder dos Antíocos ou dos selêucidas.

Em 167 a.C., Deus suscitou um libertador na pessoa de Matatias.

Esse homem santo e resoluto sacerdote era pai de três filhos, que se destacariam, com igual valor, na história de Israel: Judas, Simão e Eleazar.

Com seu exemplo e enérgicas exortações, logrou despertar nos filhos e no povo o ardor pela defesa da fé.

Judas se destacou pelo gênio militar.

Ganhou várias batalhas contra forças superiores, conquistou Jerusalém e promoveu a purificação do templo com a restauração do culto a Yahweh.

E, assim, foi instituída a Festa da Dedicação, para comemorar a retomada da Cidade Santa e da Casa de Deus.

Com a morte dos filhos de Matatias, João Hircano, filho de Simão, entre 135 e 106 a.C., começou a sobressair-se na
administração da Judeia.

E o país passa a desfrutar de sua legendária prosperidade.

 

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